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 FINANÇAS

A CUT, desde a sua fundação, defende que   o Movimento Sindical tenha como princípio a sua auto-sustentação financeira para o encaminhamento das lutas e fortalecimento da sua organização. Do mesmo modo, seus princípios são claros na defesa da Liberdade e Autonomia Sindical, bem como a garantia da livre adesão dos trabalhadores.

A luta contra o Imposto Sindical é um dos pilares fundamentais para a superação da estrutura sindical oficial, que mantém Sindicatos, Federações e Confederações atrelados ao Estado. Todas as formas impostas pelo Estado ou outras receitas que comprometam a autonomia política e organizativa dos trabalhadores devem ser rejeitados pelos mesmos.

Contudo, trabalhamos pelo fim da inadimplência e a sonegação, que ainda comprometem a saúde financeira e a capacidade de investimento da Central.

Para o próximo período, alguns desafios da política de finanças da Central são:

:: Aumentar o número de sindicalizados na base da CUT, reforçando e investindo na Campanha Nacional de Sindicalização;

:: Investir na unificação e regionalização de sindicatos;

:: Realizar ações unificadas entre entidades filiadas, potencializando os recursos disponíveis, com encontros, plenárias mobilizações, materiais, campanhas salariais, campanhas de sindicalização etc.

Fortalecer a CUT e suas instâncias

A consolidação de fato da unidade de luta dos trabalhadores e combate ao projeto neoliberal passa pelo fortalecimento da CUT e de todas suas instâncias a nível horizontal e vertical. Esta consolidação é mais um passo para superarmos o modelo corporativo e a construção de fato da unidade dos trabalhadores. Uma CUT forte supõe repasse de recursos dos sindicatos locais (que hoje detém 90% dos recursos) para todas as suas instâncias e confederações nacionais a ela filiadas.

Todas a entidades sindicais filiadas à CUT contribuirão com 10% de sua receita bruta anual para sustentação financeira da Central Única dos Trabalhadores. Cabe à CUT Nacional recolher a contribuição de cada entidade filiada e distribuí-la da seguinte forma:

:: 3,6% para as Estaduais da CUT;

:: 3,8% para Confederações orgânicas e entidades nacionais filiadas;

:: 2,2% para a CUT Nacional;

:: 0,2% para o fundo de fortalecimento das Estaduais;

:: 0,2% para o fundo de Solidariedade.

Contribuição estabelecida por "ramo"

FETRAFESC: 11,2%

:: CUT/SC: 3,204%

:: CUT Nac.: 2,578%

:: Ramo: 4,178%

:: Fundo CUT’s: 0,02%

:: Fundo de Mobilizações: 0,02%

:: FETRAFESC: 1,2%

(STR’s e Sintraf’s)

 

CFNU: 10,2%

:: CUT/SC: 3,204%

:: CUT Nac.: 2,578%:: 

:: Ramo: 4,178%

:: Fundo CUT’s: 0,02%

:: Fundo de Mobilizações: 0,02

:: CFNU: 0,20%

(Eletricitários)

 

CMASF: 11,2%

:: CUT/SC: 3,204%;

::CUT Nac.: 2,578%;

:: Ramo: 4,178%;

:: Fundo CUT’s: 0,02%;

:: Fundo de Mobilizações: 0,02%

:: CMASF: 1,2%

(Sintufsc, Apufsc, Sinasefe)

 

Outras entidades 10%

:: CUT/SC: 3,6%;

:: CUT Nac.: 2,2%;

:: Ramo: 3,8%;

 
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