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01/09/2009
Propostas da CUT para Conferência Nacional de Comunicação De 14 a 17 de dezembro em Brasília/DF Foi publicado ontem (06/10) a Resolução número 5 do
Ministério das Comunicações, nomeando a Comissão Organizadora Estadual de Santa
Catarina (COE/SC), institucionalizando a Confecom. No mesmo dia aconteceu o
primeiro encontro da COE/SC, onde a Comissão Estadual Pró-Confecom apresentou a
situação das Conferências no Estado e reiterou a data de 7 e 8 de novembro para
a realização da Etapa Estadual. O prazo para as Conferências Municipais/Intermunicipais
foi ampliado para o dia 25/10. As entidades que promoveram Conferências Livres
ocorridas antes da instalação da COE podem solicitar por escrito a validação da
atividade dentro desse prazo, mediante lista de presenças e relatório. Após
essa data as Conferências Livres serão consideradas, mas sem a possibilidade de
inclusão de suas propostas no documento de Santa Catarina. A COE definiu pela Convocação das Conferências Municipais/Intermunicipais nas localidades em que não houve convocação por parte do Executivo Municipal. Foram montadas três comissões para encaminhar a Confecom:Organização e Infraestrutura, Comunicação e Mobilização e Temática. As comunicações das decisões da COE/SC serã publicadas no site www.comunica-sc.org.br . Para auxiliar no debate nas atividades referentes a Confecom, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) defende as seguintes propostas: -
Garantia da construção e consolidação de
políticas públicas de Comunicação
voltadas para o interesse público, elaboradas conjuntamente com
os movimentos
sociais; -
Estabelecimento de critérios democráticos e transparentes para gerir as
concessões e renovações de outorgas de Rádio e TV; o financiamento público,
estatal e privado; -
Garantia de mecanismos de fiscalização, com controle social e participação
popular, em todos os processos como: financiamento, acompanhamento das
obrigações fiscais e trabalhistas das emissoras, conteúdos de promoção de
cidadania, inclusão, igualdade e justiça, cumprimento de percentuais
educativos, produções nacionais; -
Cumprimento de percentuais destinados à publicidade; -
Regras para a sublocação, com limites para publicidade, merchandising, “canais
de vendas”, “show da fé” e outros. -
Proibição de outorgas a políticos; -
Regularização de emissoras educativas; -
Agilidade nos processos de outorgas; -
Redefinição do papel do Conselho de Comunicação Social, independente do Senado,
com caráter deliberativo, com autonomia, em todos os âmbitos do Estado
(nacional, estaduais e municipais). -
Direito à privacidade na internet, com regulação eficaz do habeas data; -
Combate ao AI-5 digital, proposto pelo senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG); -
Existência de uma Lei de Imprensa que garanta regras que normatizem o setor,
com espaço ao contraditório e direito de resposta como instrumento democrático;
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Garantir o retorno da obrigatoriedade do diploma de jornalista como elemento de
normatização e garantia do exercício profissional Fonte: CUT-SC |
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