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A Central Única dos Trabalhadores de
Santa Catarina realizou a sua 12ª Plenária Estadual, durante os dias 23 a 25 de
abril de 2008, na Escola Sindical Sul, em Florianópolis. A Plenária contou a
com participação de 206 delegados(as) eleitos(as) nas Assembléias das entidades
sindicais filiadas. Os(as) trabalhadores(as) eleitos(as) tinham o objetivo de
redefinir as estratégias da atual gestão estadual frente à conjuntura e o
balanço dos dois últimos anos, como também, debater e propor a redefinição das
estratégias da CUT Nacional para a 12ª Plenária Nacional, a ser realizada em agosto.
A
12ª
Plenária Estadual da CUT-SC teve seu inicio ainda em novembro de
2007, quando a
Direção Estadual definiu todo o seu processo de
construção (calendário e ações).
Dentre as deliberações, e que deu grande impacto junto a
base cutista, foram os
debates realizados nas cinco Plenárias Ordinárias das
Regionais da CUT, que leram
e debateram o texto estadual, oportunizando aos presentes as
condições de
proporem alterações aos texto original. Para Neudi
Antonio Giachini, Presidente
da CUT-SC, “as plenárias regionais foram
de grande importância na construção desta 12ª Plenária Estadual, criando todo o
clima de debates junto aos trabalhadores e dirigentes que participaram das
mesmas. Além disso, esse processo proporcionou que a Plenária Estadual
debatesse os temas de maior conflito dentro da Central, conseguindo assim
chegar a resoluções que foram construídas junto aos trabalhadores de todas as
categorias aqui representadas.”
A
Plenária
Estadual teve como lema “Reduzir a Jornada é gerar
empregos”, dando ênfase a Campanha
Nacional de coletas de assinaturas em prol da redução da
jornada de Trabalho. Vários
foram os temas debatidos durante os três dias, entre os quais se
destacaram o
IPREV – instituto de Previdência do Governo Estadual, a
legalização e/ou descriminalização
do aborto e o debate sobre a Organização e Gestão
da CUT, este último, com a presença de Antonio Carlos Spis, da Executiva Nacional da CUT.
No Plenário
Final, o sentimento entre os presentes se misturava entre alegria e compromisso,
pois tinham a noção de terem feito uma boa plenária, mas que havia muito
trabalho e luta pela frente, principalmente para buscar melhores condições de vida para a
classe trabalhadora e de possibilitar a construção do socialismo.
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