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Greve do serviço público municipal de Florianópolis continua forte

18/08/2016

Dia de luta dos trabalhadores e covardia dos vereadores aliados do Prefeito da capital catarinense

Escrito por: Assessoria de Comunicação do Sintrasem

Na quarta-feira, 17 de agosto, os servidores públicos municipais deram uma verdadeira aula de como lutar pela cidade e o serviço público, em mais um dia da greve causada pelo irresponsável prefeito. Debaixo de muita chuva e apesar de todas as táticas de desmobilização do Executivo, os trabalhadores lotaram a Assembleia na Praça Tancredo Neves e depois partiram em ato até a Câmara Municipal de Florianópolis (CMF), onde botaram tanto medo nos vereadores governistas que eles foram covardemente se esconder para impedir que houvesse quórum na votação da previdência, no PL 1.560/16.

A grande mobilização do dia teve início na Assembleia Geral Extraordinária: mesmo com o tempo não colaborando e a prefeitura tentando intimidar, os servidores estiveram em peso e debateram a contra-proposta do Executivo. Apesar de apontar alguns avanços, a proposta estava muito longe do ideal e insistia em manter o PL 1.560 tramitando na CMF. Assim, por ampla maioria, os servidores rejeitaram a proposta, dando um recado claro: só sairemos da greve com a vitória! O prefeito Cesar Souza Júnior (PSD), com seus calotes, descumprimento de acordo, cortes e irresponsabilidades é o responsável pela greve, que só acaba quando ele pagar tudo o que deve!

Assim que a Assembleia terminou, os servidores sairam num grande ato pelo centro da Capital. Não faltaram sombrinhas, guardas-chuva e vontade de lutar na passeata até a Câmara de Vereadores. Lá acontecia uma sessão solene, sem problemas de quórum e com os vereadores presentes - como deveriam estar sempre, já que são muito bem remunerados e deveriam estar à serviço do povo. O PL 1.560/16 era ponto de pauta da sessão que deveria ser iniciada imediatamente após as homenagens que aconteciam no plenário.

No entanto, ao fim da sessão solene e sentindo a pressão dos trabalhadores, magicamente sumiram diversos vereadores. Seguiram presentes apenas 11 - faltando um para completar o quórum mínimo. Dos doze vereadores ausentes, apenas Deglaber Goulart (PSD) apresentou justificativa – a realização de sessões de quimioterapia. Não deram as caras Aldérico Furlan (PSC), Célio João (PMDB), César Faria (PSD), Dalmo Meneses (PSD), Ed (PSB), Erádio (PSD), Gui Pereira (PR), Jerônimo Alves (PRB), Marcelo da Intendência (PP), Badeko (PHS) e Roberto Katumi (PSD).

A estratégia dos vereadores governistas e da prefeitura é clara: enrolar com a barriga a votação do PL por agora e, assim que passarem as eleições municipais, colocá-lo em pauta e aprová-lo. A estratégia de resposta dos trabalhadores também é bem clara: mobilização total! Nesta quarta-feira, passando dezenas de horas embaixo de chuva e frio enquanto vereadores se escondiam, os servidores deram mais uma prova de que não vão desistir e que a luta é pra valer!

Agora é muita pressão para cima da prefeitura, dos vereadores e de suas bases eleitorais! Os inimigos dos trabalhadores e de Florianópolis não serão esquecidos e estão bem marcados! Os servidores estão na luta, em defesa dos direitos, do serviço público, da previdência e da cidade! A previdência não é mercadoria e não será vendida! Juntos somos fortes!

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